Você está em > Notícias
Curitiba | Domingo, 05 de Fevereiro de 2012
Foi sancionada a lei que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais – Libras (Lei 12.319/10). Para exercer a atividade, o profissional precisa ter nível médio e certificado de curso profissionalizante, de extensão universitária ou de formação continuada promovido por instituição de ensino superior ou outra entidade credenciada.
De acordo com a Agência Câmara, a proposta que deu origem à lei (PL 4673/04) foi apresentada pela deputada Maria do Rosário (PT-RS) e aprovada pela Câmara em 2009, na forma de um substitutivo elaborado pela relatora, deputada Maria Helena (PSB-RR).
Entre as atribuições do tradutor e intérprete de Libras estão efetuar a comunicação de surdos com ouvintes, com outros surdos e com cegos; interpretar atividades didático-pedagógicas em escola do nível fundamental; atuar em processos seletivos; apoiar o acesso a serviços públicos; e prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a exigência de curso superior em Tradução e Interpretação com habilitação em Libras para profissionais que ingressarem no mercado a partir de 2016. Também foi suprimida a exigência de proficiência em Libras para os não-graduados que já estão no mercado mas não têm um curso técnico na área.
Outro veto foi para o dispositivo que previa a criação posterior de um conselho federal e de conselhos regionais para aplicar a regulamentação da profissão e fiscalizar o exercício profissional.
A justificativa para esses vetos foi que, “ao impor a habilitação em curso superior específico e a criação de conselhos profissionais, os dispositivos impedem o exercício da atividade por profissionais de outras áreas, devidamente formados”.
A autora e a relatora da proposta concordam com a não exigência do curso superior para o exercício da profissão.
É muito necessário criar qualquer que seja o mecanismo de seleção de intépretes sim! Já soube de surdos que desistiram do curso de Sistema de Informática, por causa da falha na comunicação em libras! Com certeza existem outros casos.
É verdade que já nos vemos como profissionais, mas que tipo de profissionais?Já que vetaram o curso superior onde poderiamos lutar por salários mais justo e visto também que o intérprete com nível médio vai estar apto para interpretar no nível superios, observando que interpretar em qualquer curso de nível superior é bem diferente do nível médio, surdos que fazerm direito, pedagogia, que estudam em IFS e universidades podem ser prejudicados já que o próprio intérprete não tem conhecimento das disciplinas do superior e as técnicas não são suficientes para transmitir com clareza os conteúdos!!!Outra questão é qua não vamos ter o direito de criar o conselho do intérprete nem regional nem federal, uma classe de profissionais com conselhos é mais forte para lutar por melhorias. Pórem para aqueles que não desejam ir muito além esta lei é viável.
Muito bom saber que essa lei foi aprovada!!!
Agora nos que trabalhamos e amamos libras poderemos ser encarrados como profissionais nessa area que cresce tanto no pais. Libras esta crescendo muito e em pouco tempo sera necessario que varios profissionais de areas diversas entendam pelo menos o basico desse nosso segundo idioma!!
Não encontrou o que procura? Utilize a Busca Avançada
Leitores online: 16

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) estará com inscrições abertas, do dia 6 deste mês a 2 de março, para processo de seleção de dois estagiários de Direito...
Veja mais
Participe da primeira promoção do ano de 2012 que irá sortear o livro "Da sabedoria clássica à popular", de Jacir Venturi.
Hoje é:
Amanhã é:
Todos os direitos reservados a Nota 10
Abissal Web Design