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Curitiba | Domingo, 05 de Fevereiro de 2012
Uma prática que já acontece no Paraná deve se espalhar por todo o Brasil: o fato de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais terem o chamado nome social nos livros de chamadas das escolas. Há alguns dias o MEC expediu ofício aos Conselhos Estaduais de Educação do país e associações ligadas à educação formal do país solicitando que essa prática fosse seguida.
Com isso, em vez do nome de registro civil, o nome adotado pelas pessoas transexuais e travestis é que deverá constar nos documentos internos escolares. A orientação teve início no Ministério Público do Paraná, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Educação.
A decisão foi da promotora de justiça Hirmínia Dorigan de Matos Diniz. O parecer foi em resposta à consulta feita pelo Conselho Estadual de Educação (CEE-PR), que atendeu a uma reivindicação da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). O parecer é do ano passado.
De acordo com Hirmínia, a inclusão do nome social deve se dar apenas nos registros estritamente internos das escolas, como aqueles constantes nos livros de chamada dos professores. Ela ressalta, no entanto, haver a necessidade da existência de alguma forma de registro nas escolas, como uma ficha com tal opção, que relacione o nome civil com o nome social, para controle documental.
No parecer, assinado pela socióloga Daiane de Oliveira Lopes Andrade, o MEC recomenda que todas as unidades da federação adotem medidas para a promoção do respeito à diversidade sexual e à identidade de gênero a fim de garantir um efetivo combate à homofobia e ao sexismo no ambiente escolar.
Embora a medida já tenha sido adotada em alguns estados, como o Paraná e o Mato Grosso do Sul, bem como em algumas capitais, como Belo Horizonte, a prática até então não havia sido institucionalizada em grande parte do país.
Se LGBTs estão conquistando seu espaço, depois de tanta discriminação, seja gênero( masculino ou feminino),esse não tem escolha ja nasce com ele, a sua escolha sexual deve ser respeitada, assim como seu nome social.
Mais uma incumbencia para as escola. Já não bastassem as inúmeras coisas que devemos fazer agora mais uma; livro II de chamada. Enfim...
O Brasil vai bem, por falta de coisas para as autoridades se preocuparem eles conseguiram solucionar esse grande problema. Parabéns!!!
Que barbaridade, a pessoa quer mostrar o que não é? a final se é um homosexual ou qualquer outra coisa , que importancia isso faz ser chamado de João ou Maria , o importante é o que é realmente , os amigos e ou as pessoas mais proximas já sabem que o é realmente. Agora se a intenção é inganar os outros, ai sim deve realmente mudar o nome , não é melhor nos dirigirmos as pessoas sabendo o que realmente são, ou derepente saber que aquele ou aquela é outro ou outra pessoa, essa mudança não vem acrescentar nada..
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