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MEC vai recomendar o fim da reprovação

Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 44 comentário(s) - 3429 Visualizações

Com os dados do censo escolar de 2008 em mãos, quando 74 mil crianças de 6 anos foram reprovadas, e depois de realizar três audiências públicas - em Salvador, São Paulo e no Distrito Federal - o Conselho Nacional de Educação (CNE) se prepara para recomendar "fortemente" que todas as escolas públicas e privadas não reprovem mais alunos matriculados nos três primeiros anos do ensino fundamental.

De acordo com o jornal O Globo, a resolução, que terá que ser homologada pelo ministro Fernando Haddad neste último ano do governo Lula, entrará em vigor em 2011, segundo Edna Martins Borges, coordenadora-geral do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).

Como estamos atualizando as diretrizes para a educação, vamos recomendar fortemente o princípio da continuidade. Sabemos que não tem a força de uma lei, mas as recomendações do CNE direcionam o sistema educacional - explica Edna, dizendo ainda que o Conselho espera que o Brasil deixe, daqui a alguns anos, de reprovar em todas as séries do ensino fundamental. - O ideal é que a criança conclua mesmo em nove anos, pois ser reprovada faz com que interrompa o sucesso escolar que poderia ter.



Comentários sobre "MEC vai recomendar o fim da reprovação"Comente

44 comentário(s)

Concordo plenamente com a Monica Augusta,quem deve ser reprovados são muitos educadores que estão na profissão por acaso sem se quer se preocupar com o aprendizado dos alunos e por isso não aceitam o fim da reprovação nos três primeiros anos. Não aguento mais ouvir muitos dizerem que a culpa é da familia e do próprio aluno,nunca deles.

Por: Sandra Maria Santos da Silva - Terça-feira, 13 de Março de 2012 - 13:00

esses professores que são contrários a nova lei, só sabem criticar, dando a responsabilidade pra todo mundo menos pra eles. Cadê o compromisso do professor com o seu aluno, ele que fica geralmente quatro horas por dia com o aluno e o aluno não aprende nada! pra ser reprovado. esse professor ensina o quê?

Por: monica augusta marson - Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012 - 17:51

eu ja repiti 2 vezes as duas, nao adiantou nada eu nao aprendi nada a mais do que o ano que eu repiti, se eu repitir mais um ano eu paro de estudar !

Por: caique - Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011 - 20:11

Eu acredito que estão simplesmente camuflar o analfabetismo.

Por: marizangela silva andrade - Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011 - 10:24

não é possível que um aluno passe um ano inteiro estudando e não aprenda nada. é imprescindível que o educador veja seu conceito sobre o ato de avaliar, muitas vezes alguns educadores querem apenas passar conteúdo, e quer que o aluno aprenda da forma que ele, educador, acha certo, e aí o que fazer? sabendo que existem muuuuuuitos educadores assim!

Por: fatima carvalho - Sábado, 22 de Outubro de 2011 - 21:09

Num país q/foi de 8 p/80 c/ o ECA, onde tudo se pode-mal interpretado-.Hoje a colheita é s/responsabilidade e s/família, s/motivação s/auto estima. Parâmetros- cada um tem seu tempo e não adianta passar adiante,qdo não sabe o básico pois o professor não tem condições de trabalhar o 3º ano c/alunos que sabem escrever um história e outras que não sabem nem ler um parágrafo corretamente.Aonde irá estourar, no mercado de trabalho, aonde só tem emprego p/quem sabe e é bom p/não dizer o melhor. Enfim a família precisa ser responsabilizada pelo filho, acompanhar e mandá-loa escola, olhar e conferir o material e saber aonde anda.
Enfim somente de teoria não iremos a lugar nenhum. Estrutura, condições de espaço e pessoal p/trabalhar os governandes inventindo diretamente s/pedágios e mais liberdade p/as escolas que fazem a diferença, pode ser um bom começo.

Por: maria catharina tisott - Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011 - 14:50

É por isso que o Brasil não vai pra frente, pois sem educação apropriada e sem rtesponsabilidade dos alunos nas escolas, a segurança e a saúde vão de mal a pior.

Por: Aline Cris. - Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011 - 15:26

o texto simplesmente relata a falta de compromisso com a educação, por que não chamam o feito a ordem, é mais fácil para o governo 'RECOMENDAR' que não reprovem ninguém eu não reprovo ninguém, os alunos é que o fazem.

Os educandos não querem estudar, é fato, e a desculpa é:
- o "bichinho", professor ajude, ele está desmotivado.

Na minha época não se falava nessas BABOSEIRAS, e com certeza na época de vocês também não, e estamos aqui, nos formamos em escolas públicas, universidades públicas trabalhamos educando os filhos da massa, damo-nos como exemplo para eles, e que eles dizem:
- "dá trabalho eu não quero", estudar é muito chato.

Hoje com todo o incentivo que o governo tem oferecido ainda assim o fracasso escolar é culpa minha, me deem lincença.


UM ABSURDO.



Por: Vanlex Gomes - Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010 - 17:21

Essa foi muito boa, Prof. Elenildo!
Arre égua kkkkkkkkkk

Por: Mirian - Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010 - 01:57

Acho que o MEC esta em parte certo.Não se trata de aprovar por aprovar e sim aprovar com o compromisso de continuar ensinando.Se questionar o fato do aluno não ter 'o conhecimento necessário' para aprovação,utilizando-se o professor na condição de superior para punir o aluno com a retenção( ou o nome que quiser dá ),mais não se questiona o fato do professor não incentivar o aluno a progredir.O que adianta simplesmente reprovar e não ano posterior o aluno continuar com as mesmas dificuldades,sem conseguir seguir em frente,até o dia que nossas crianças ,enfim desistam da escola,se julgando'burras',pois não consegue assimilar o conteúdo,não por falta deQI e sim por falta de preparo do professor de dá mais atenção aos alunos que mais precisam dele.

Por: Gabriella - Domingo, 28 de Novembro de 2010 - 03:49

Essa Lei não tem fundamento. As crianças devem chegar ao ensino fundamental ja´sabendo ler e escrever. E como posso deixar um aluno sem saber ler/escrever passar de ano? É justo crescer e não aprender?. Tenho exemplos de alunos que não estam nem aí com as notas, e até falam"Ah, não tô nem ai!, se eu tirar zero (()), não vou se reprovada". Para você ver o que eles estão aprendendo com essas nova Lei.

Por: Prof: Sandra - Sábado, 09 de Outubro de 2010 - 11:13

Eu axoo q e isso msm nao devia exixstir reprovaçao pq agora tao tirando ate a nova oportunidade

Por: karina - Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010 - 21:16

Não acho essa uma boa idéia, a base de uma boa educação é investir, principalmente nas séries iniciais. É preciso mudar essa mentalidade, afinal, quantidade nunca foi qualidade. Onde vamos parar? Daqui a pouco não será nem preciso estudar para se adquirir um diploma. Peço que revejam essa lei.

Por: maria das dores - Terça-feira, 21 de Setembro de 2010 - 21:35

Que absurdo ! Se, havendo a reprovação, temos resultados assustadores, imagine não havendo mais.

Por: beatriz - Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010 - 21:31

Esse povo é louco. Se essa asneira vier a se concretizar, nós (professores) seremos obrigados a mudar de profissão. Sairemos de sala de aula e deixaremos a escola só com os alunos; eles que se aprovem automaticamente. Ao pessoal do MEC e CNE, segue um conselho: vão passar férias no Ceará; quem sabe vocês não aprendem com o excelente povo cearense a contar piadas de melhor qualidade. Arre égua!

Por: Prof. Elenildo Pereira - Terça-feira, 10 de Agosto de 2010 - 01:39

Isso é que é o chamado Lulismo: difusão da pura ignorância.

Por: Rodrigo - Domingo, 13 de Junho de 2010 - 11:30

Gostaria que os Nobres que fazem parte do CNE deixassem as suas salas (certamente não de aula das séries iniciais) e percorressem algumas cidades do interior para saber como anda a educação, não adianta ir em São Paulo, para ganharem votos. Coloco a minha escola a disposição de quem quiser conhecer:
Escola Munic. Prof. Antonio Pupy Pinheiro- EF
Cidade: Porto Amazonas- Pr ( cerca de 1h de Curitiba)
IDEB: 5,2 ( está entre as maiores do Brasil)
Índice da Provinha Brasil (2010): média 21 (a máxima é 25)
Grau de Formação dos Docentes: Maioria - Magistério.
Somente aprovamos para o 3º ano quem tem condições, quem não alcançou o mínimo não tem como ser promovido, vai sofrer no ano seguinte.
Querem melhorar a qualidade da educação, comecem a cobrar dos prefeitos que nada fazem para o progresso de suas cidades, criem no âmbito nacional, estrtégias parta que as pequenas e médias empresas se transfiram para as cidades menores a fim de desenvolvê-las e desta forma melhorar a qualidade de vida das grandes cidades também; para de dar esmola para quem não quer trabalhar, abaixo o BOLSA FAMÌLIA, para as familias que não se comprometerem com a educação de seus filhos, é ridículo o critério utilizado da frequência e não do aproveitamento, tenham VERGONHA NA CARA E DEIXEM O BRASIL PROSPERAR.

Por: Paulo Cesar de Britto - Domingo, 30 de Maio de 2010 - 19:54

Já somos obrigados a aprovar alunos que não sabem quase nada, para satisfazer índices percentuais de aprovação, que nossos governantes assumem com bancos internacionais. Eu considero isto um crime que estão querendo fazer com nossas crianças. Pois massa de gente ignorante é mais fácil de convencer, de manipular e controlar. Pessoas ignorante tem mão de obra barata, pois não tem outra alternativa a não ser aceitar o que lhes for oferecido. essas pessoas não tem voz ativa, na verdade são pessoa sem expectativa de uma vida melhor e é isto que nossos amigos do CNE e MEC pleiteiam. Com certeza essas pessoas do CNE e MEC nunca estiveram em uma sala de aula numa escola pública pra quererem colocar em prática tamanha bestialidade. Não devem ter a mínima idéia do que passamos hoje em sala de aula com toda a falta de interesse que enfrentamos dos nossos alunos. Fazer lei é bom demais para os outros cumprirem, não importando as conseqüências que serão causadas no futuro.

Por: Alzenice Rodrigues Coutinho - Quinta-feira, 27 de Maio de 2010 - 01:07

Gente que absurdo!!! A maioria das crianças hoje já chegam no ensino médio sem saber quase nada. Sequer sabem a tabuada do 2. Não sabem fazer mínimos cálculos, contas simples nem raciocinar. Estamos entre os piores na classificação em educação na leitura e matemática, perante a outros países. E o M.E.C. quer piorar ainda mais!!!!

Por: Alzenice Rodrigues Coutinho - Quinta-feira, 27 de Maio de 2010 - 00:25

Com essa noticia percebo que nosso ministro da educação esta completamente fora da realidade da educação publica, se ele tivesse uma turma sob sua responsabilidade não diria isso... ai que nossos alunos não vão querer estudar mesmo!!!

Por: Josiane - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 20:46

Continuidade ou inutilidade da educação? Como será a avaliação após esse período? Já que nós professores, estaremos ocupados demais cuidando dos novos berçários, adaptados para maquiar a incompetência dos nossos representantes, que além de não ajudar em nada atrapalham o tempo todo????

Por: Ireni Maquea - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 20:16

Haha! Só pode ser piada.
Começa sem reprovar no fundamental,depois passa para o Ensino Médio, por fim vamos ter "ótimos" profissionais graduados em Medicina, Odontologia, Direito etc, que maravilha tudo isso quem sabe também não possa mais dar faltas para os alunos. Imagina o país teria um índice de 100% de aprovação.
Agora vamos pensar um pouco qual é o salário de pessoas que tem esse tipo de idéia. Vamos ser simplista e dizer que chegue a R$ 10.000,00. Quem ganha um salário desses deveria ter alguma idéia melhor.
Não vou continuar a escrever, porque isso é realmente uma vergonha para o nosso país

Por: Tiago - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 19:15

"Sucesso Escolar?" O que irá motivá-lo aos estudos,
sabendo que se não estudar também será aprovado,
e o respeito aos educadores?
O que aconteceu com a educação deste país?
O fracasso diante tais atitudes é gritante.

Por: Maria - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 15:20

O eterno retorno na história vem mais uma vez se concretizar.Agora, governo republicano ratifica a volta da escravidão no Brasil, quando nos remete uma lei tão absurda.

Por: Eliane Pereira Lima - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 12:44

Impressiona o quão brilhantes são os seres que compõem o CNE e MEC.
Relamente, precisamos é do princípio da continuidade: continuidade do péssimo desempenho do país em avaliações que não pode "maquiar", onde comprova-se que estamos produzindo gerações de analfabetos funcionais, incapazes de ler (e compreender) ou redigir um texto . Sem competência sequer para cálculos básicos que o auxiliem nas tarefas cotidianas.
Mas o importante, é que criamos "índices" que convencem exatamente aos que são formados neste sistema que assassina o futuro intelectual da população, especialmente a carente.
Mas sempre com o discurso hipócrita qu e é para favorecer tais populações que essas aberrações são criadas. É ótimo ter mão de obra barata e não qualificada, assim como massa de manobra política não? Aceitam migalhas e os absurdos que são cometidos por seres que ocupam cargos como do CNE ou MEC, de forma totalmente passiva e submissa. Sorte eu ter estudado antes que essa matilha passasse a difundir tantas "boas intenções".

Por: Angela - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 10:57

Simplesmente ridículo!

Por: Dayse - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 10:30

Pois é, se com algumas reprovações já encontramos alunos no 1ºano do ensino médio que mal escreve, náo interpreta, não conseque relacionar 1m a 100cm. Como sera a formação desses cidadão sem reprovação? Ótima para os politicos pois quanto menos criticos os cidadãos, sem informações, sem ideias proprias melhor para roubar o que temos. Isso é serio.

Por: adelino zanone - Quarta-feira, 26 de Maio de 2010 - 07:47

Agora tds os educadores terão o papel do faz de conta: ele que ensina eo aluno que aprende. E como fica sistemas que dá bônus aos professsores pelo desempenho do aluno( melhorias na aprendizagem ), caso de Pernambuco?

Por: Geraldo Moura da Silva - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 22:01

Que absurdo isso.
Isso tudo é para que o governo fique cada vez mais sem compromisso com a educação de qualidade, esse pessoal do CNE precisa ver que dessa maneira teremos cada vez mais mão de obra escrava, estão mesmo fazendo o jogo do sistema S e a educação de qualidade será apenas para quem pode pagar. Deveriam era qualificar os professores e pagar o que eles merecem e não querer ter amigo da escola se passando por professor.

Por: Adriana - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 21:50

Isso éo fim do nosso sistema educacional Barsileiro e consequentemente o fim do magistério, sabemos que todas essas teorias absurdas já foram aplicadas em paises de primeiro mundo e nada funcionou o Brasil adora adotar experiências frustadas, estamos vendo o que esta acontecendo com essa pedagogia libertadora,progressão continuada, alunos que chegam em uma universidade e nem l se quer conseguem elaborar uma dissertação, o que sera isso????vantagens financeiras ou descaso com os futuros cidadãos brasileiros.

Por: fernando - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 21:13

É muito fácil para esses cara que aí estão sem a menor noção da má qualidade da educação por eles mesmos instigadas nos ORDENAREM a não reprovação de alunos que se quer sabem lê nem escrever. Talvez se vocês tivessem a infelicidade de irem a uma escola pública, em especial, soubessem do que realmente estamos falando e com o que nos preocupamos. Enquanto que para vocês polítiqueiros é muito mais vantajoso preocupassem com quantidade do que com a qualidade. É muito mais viável o crescimento de analfabetos funcionais em um país do que pessoas com o mínimo de discernimento crítico.
Vão a uma sala de aula hoje e verão o quão difícil é estar lá??? E principalmente aprovar crianças sem a mínima conhecimeto sobre a nossa língua.

Por: Rose Leão - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 21:09

Não me espanta,pois eles estão dando continuidade no que ja começaram, quanto menos conhecimento, na população mais politicos exemplares como os que nos temos. Ou seja eles vão perpetuar no poder e na roubalheira

Por: rodney batista - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 21:07

Acho que seria necessário que os ministros começasse a dar aulas e ver realmente a necessidade de como anda as escolas.
Não é reprovando que a educação ficará eficaz. É necessário muito mais que simplesmente reprovar. As condições econômicas, a falta de interesse, a fome e muito mais. E além de tudo a falta de credibilidade que as escolas estão enfrentando, principalmente com os alunos e pais.

Por: vera ballan - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 20:00

Abolindo a reprovação é fazer como Pilatos: "Lavar as mãos" e deixar o problema rolar pra frente. E se lá no final o aluno se der mal, isto é, estar "morto" como cidadão participativo e consciente, sempre se terá um professor para ser apontado como culpado.
As autoridades... bem... as autoridades "lavaram as maõs". Isto é, passaram o problema pra frente, se omitiram. Afinal o que queriam deu certo: se mantiveram no poder mantendo o povo com a falsa felicidade e impressão de que estava tudo bem (que estavam se instruindo, aprendendo, se aperfeiçoando a partir das experiencias, do fazer e refazer até dar certo).
Na história, isto nos remete a "politica do pão e circo"
Na MPB, de certo modo faz lembrar os versos do Zé Ramalho: "...Vida de gado, povo marcado, povo feliz..."

Por: Maria Antonia - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 19:07

Tenho pena dos professores que receberão em suas salas crianças despreparadas que nivelarão a qualidade de suas aulas e do ensino para as profundezas.
Sou professor universitário e meu maior problema é lidar com alunos que se quer possuem o nível médio. Sem preparação alguma para uma graduação.
Tanta ciência e tecnologia, e ainda ficamos tratando sintomas e nunca as causas! Afff, isto me revolta!
Boa sorte Brasil!!!

Por: Lucio Valentin - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 18:49

Não sou de acordo desta idéia da "não reprovação por nove anos". Porque não podemos hoje no Brasil garantir a excelência acadêmica nas escolas para que possamos deixar passar o nosso aluno por nove anos e depois descobrir que ele não sabe nada ou quase nada após todo este, principalmente quando se trata de aluno com dificuldade acadêmica ou psicológica. Pois o qua irá acontecer principalmente na rede pública é uma despreocupação por parte dos professores e coordenação.
Acredito sim que devemos avaliar a maturidade e o desenpenho de cada aluno nas séries iniciais, pois é somente nesta etapa que eles apreendem a caminhar por si só.

Por: ale - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 14:58

Concordo plenamente com o comentário do Rodrigo. Sou professora de Língua Inglesa da Rede Pública do PR há 13 anos e tenho acompanhado o crescente desinteresse dos alunos pelos conteúdos escolares. Se a reprova acabar, aí que ninguém faz nada mesmo. Isso não só desestimula os alunos a aprenderem como aos professores ensinarem. Absurda a filosofia do MEC!!!

Por: Rosangela - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 14:39

Concordo plenamente com a colega. Abolir de todo a reprovação no ensino fundamental é irresponsabilidade educacional.

Por: Prof. Maurício Apolinário - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 13:39

Com a formação e qualificação de professores que temos, com as escolas públicas que temos e com as políticas públicas de repasses federais que temos, essa questão de acabar com a reprovação será realmente o fim de nossa educação, passando alunos sem saber ler, interpretar, escrever e desenvolver as quatro operações matemáticas básicas. Não sou a favor da reprovação como ela ocorre em muitas escolas, mas liberar geral é politiquice, não levará a lugar algum. Ou melhor, nos levará ao fim da fila nas avaliações internacionais.

Por: Prof. Maurício Apolinário - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 13:37

Concordo com o Rodrigo.

Por: Geraldo Moura da Silva - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 12:43

Concordo com o fim da reprovação nas séries iniciais do ensino fundamental, porém alargar esta possibilidade às demais séries em níveis mais adiantados, é perseguir o ensino sem referência e ditar o descabido educacional. Sabe-se que o nosso país não enfatiza o ensino com foco na qualidade, consoante o que observamos principalmente na explosão formacional do dito ensino superior, reforçado pelos projetos de formação exteriorizadamente quantitativos. Ensejar uma progresão absoluta na base é construir uma qualidade ao discente quando ainda nos primeiros passos procura na inicial relação social o prazer do aprender.Assim a reprovação seria um bloqueio ao prazer, porquanto ainda se é muito pequeno para entender a relação educacional face a sociedade, porém com o desenvolvimento da criança, faz-se necessário o despertar para os acertos e erros, as aprovações e reprovações, o ganhar e perder, a reflexão social, delineando uma realidade cotidiana a qual o ensino não deve se desvencilhar... EDUCACAÇÃO NÃO É ANARQUIA.

Por: Sidney Palmeira - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 12:27

Eu estou completamente convencida que se tem alguem que precisa ser reprovado é o estabelecimento e o educador que não compreende o princípio das três primeiras séries doensino fundamental.
Adota-se instrumentos e material didático que não permite fazer a criança se desenvolver na sua plenitude.
Essa decisão precisa ser tomada rapidamente.

Por: Veronica Ribeiro - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 10:52

De acordo com o MEC, ser aprovado ou não, nada tem a ver com o acúmulo de conhecimento. Para o MEC a reprovação é apenas número.

Por: Cosmo - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 10:03

talvez abolir a reprovação nos 3 primeiros anos do ensino fundamental, não seja uma medida tão negativa, mas querer abolir a reprovação de todo o ensino fundamental é totalmente fora de contexto. A reprovação não prejudica a vida escolar do aluno, muito pelo contrario, da uma nova chance de ele rever assuntos que ele não conseguiu assimilar, a reprovação também ensina o aluno que ele tem que ter responsabilidade no seus estudos, caso deseje construir conhecimento e concluir o ensino fundamental. O Brasil ja enfrenta um grande problema com o desinteresse dos alunos pelos estudos, se abolirmos a reprovação, não havera mais interesse de uma grande parte dos alunos em aprender, afinal de contas aprendendo ou não todo mundo vai passar de ano mesmo.

Por: Rodrigo - Terça-feira, 25 de Maio de 2010 - 08:43

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