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Formação de jovens e oportunidades de trabalho são temas de seminário em Brasília

Em palestra durante o seminário intersetorial sobre emprego juvenil, o ministro Mendonça Filho lembrou que tanto a crise quanto o acesso à educação guardam relações com a empregabilidade. Foto: Mariana Leal/MEC.

16/12/2016 - SEXTA-FEIRA - Do MEC -

Com o objetivo de preparar melhor o jovem e facilitar seu ingresso no mercado de trabalho, representantes de 22 países das Américas e Caribe estão reunidos em Brasília para o Seminário Intersetorial sobre Emprego Juvenil: Articulação entre Educação e Trabalho. O evento, que começou nesta quinta-feira, 15, e continua nesta sexta-feira, 16, apresenta estratégias desenvolvidas pelos ministérios da Educação e do Trabalho para melhorar sistemas de educação e formação de jovens.

A atual recessão econômica, a maior da História do país, herdada das administrações anteriores, produziu 12 milhões de desempregados, em sua maior parte formada por jovens. Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, a crise é a grande responsável por essa estatística, mas o nível de empregabilidade também tem uma relação direta com o acesso à educação. Durante a abertura do seminário, ele observou que casar o ensino médio com cursos profissionalizantes é uma grande opção para os jovens.

“Hoje isso ocorre em apenas 8% das matrículas efetuadas. Além disso, a oferta ainda é restrita ao Sistema S de educação profissional na rede federal e em algumas estaduais, a maior parte delas em São Paulo”, disse. “A Medida Provisória que reformula o ensino médio vai permitir uma maior oferta conjunta com formação técnica, aumentando inclusive o protagonismo do jovem, que poderá definir o seu itinerário formativo.” A intenção é também desfazer o preconceito em torno das profissões técnicas, a exemplo do que acontece na Europa, onde a diferença de salários em relação aos que saem das universidades costuma ser bem menor do que no Brasil. Para a secretária de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eline Nascimento, é preciso mostrar aos jovens e à própria sociedade que existe demanda crescente por essa mão de obra específica.

“Nos próximos anos, vamos precisar de 13 milhões de profissionais com formação técnica, segundo pesquisa do Sistema S e estudos do Ministério da Indústria e Comércio, mas hoje não existe esse contingente no mercado”, informou. Investindo no jovem, o Governo Federal espera reverter as estatísticas. Boletim do Instituto Nacional de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a taxa de desemprego entre 14 e 24 anos de idade deu um salto de 19,3% no primeiro semestre de 2015 para 26,5% no mesmo período deste ano.

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Autor(a):

Eduardo Shinyashiki

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