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Eder Roberto Dias - ederoamorsemprevence@bol.com.br

Escritor, poeta, palestrante e autor do livro: O amor sempre vence... Editora Gente.

Sem significado ou verdade

A vida tem muitos significados importantes para que possamos apenas devotar uma preocupação com os nossos interesses mais impessoais. Devemos praticar o bem diante ao retrocesso que esta aniquilando os nossos votos mais simples! Estamos andando pelas ruas com medo de nossa própria sombra. Não podemos comprar algo que nos seja importante e desfrutar sem temer ficarmos sem o objeto ou a vida.

Nossas portas e janelas são arrombadas pelo vento maldoso da inveja e participação destrutiva dos viciados que se alimentam de seus mais íntimos pesadelos. Estamos diante de nossos mais desapropriados instantes, somos prisioneiros de uma manifestação de interesses que contaminam o nosso trabalho e apagam a liturgia inocente com que deveríamos viver.

Não gosto de ver os desmandos que acontecem diante de uma politica suja e descaracterizada da verdade! Onde os maus pensam ser bons e os bons votam nesses mesmos maus. Quem somos? Quem poderemos ser? Se as melancolias de nossos dias nos fazem temer o que pagamos e, não podemos doar a energia, de nossos sonhos.

A vida deve ser mantida com o respeito que nos uma uns aos outros. Onde as diferenças sociais sejam realmente delineadas com a demarcação de igualdades de direitos sociais. Falamos demagogicamente sobre uma paz que não acontece, sobre um alimento que não chega aos lugares onde a fome mata crianças que não sabem por que morrem. Construímos hotéis luxuosos para poucos, carros sofisticados para alguns e vestimentas em linho costurado em linha de ouro. Para quê?

A aparição dessa anarquia distribuidora de vantagens insociais deveria desejar uma educação que educasse a todos sem diferenciar o pobre do rico; o magro do gordo; o negro do branco! Mas quando falamos em direito, buscamos os nossos e invalidamos os de muitos. Tememos as ruas, os apresentadores de ilusões químicas, mas em contra partida, somos desumanos, baratos e mesquinhos. Não me inocento ou me sinto acima do bem ou do mal. Apenas me incluo nessa igualdade participativa, nessa idolatria pelo belo que destoa diante dos olhares dos que sofrem e são atacados por um bando de desordeiros e falsos demonstradores dos valores divinais. É isso mesmo, estão usando a nossa fé para o enriquecimento de oportunistas que brincam de acreditar, brincam com as necessidades dos pobres de espírito que, encontram nas palavras atabalh oadas dos falsos profetas, uma projeção para seus mundos apagados de luz e riqueza espiritualizada. Fazemos parte desse engano!

Um engano que nos deixa parados ante as necessidades vitais que são desrespeitadas, diante de uma fome que consome a nossa energia e nada fazemos para que a realidade seja exposta e vista. A pior de todas as fomes acontece no espírito e não no corpo, porém buscamos matar a fome de um corpo que se degenera, morre e será apagado pelo tempo. 

Sem significado ou verdade é o que plantamos e deixamos nascer! Deixamos que essas forças contaminassem os nossos lares, as nossas escolhas e opiniões mais intimas. Nos fazemos obrigados a pagar, pagar e pagar sem ao menos ter. Sem podermos desfrutar do poder de nosso trabalho ou dos frutos saudáveis dessa conquista. Morremos em vida, morremos diante de nossas tevês ouvindo a balelas impositivas de um alguém que aprendeu a dominar os ignorantes e bloqueados de um entendimento de liberdade. Nascemos escravos e nos colocamos escravizados diante de uma vida que apenas nos quer sutis diante de nossa mais justa felicidade.

Vemos que o preconceito é um alimento consumido por muitos em uma prática destorcida diante de Deus que apenas nos deixa viver. Podemos ser o que quisermos, podemos desfrutar dos prazeres que nos convier, mas o que não aprendemos é a respeitar nossos muitos limites. Nossa inocência diante das agressões que fazemos em homofobias que renascem em discussões que nos separam diante de um mundo que deveria nos unir. A fome mundial é a pouca conscientização que não damos as nossas muitas necessidades. E o julgamento errôneo que nos faz acreditar que a salvação será encontrada se apagarmos de nossos olhares o oposto do que somos. Mas quem realmente somos? Somos o projeto amargo de uma sociedade que se impõe na distribuição de pecados e vértices consumistas que nos doam direitos sem direitos e vantagens sem vantagens. Deus não é uma instituição empresarial! Ele é uma verdade espiritual onde devemos colocar um significado maior: o amor apaziguador e unilateral.

Nossa fé deve nos manter íntegros, seguros e participativos com o respeito em não nos fazermos julgadores ou caracterizadores de opiniões que possam causar mais mal que um bem real. Se não há o que ser dito que utilizemos o silêncio como opinião. O campo da maldade se alimenta dos propósitos mais torpes que a incompreensão possa nos dar. Às vezes achamos que instituímos em nossa vida uma verdade e, com o passar do tempo, descobrimos que vivemos uma mentira diante da mentira que outros queriam que assim vivêssemos.

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