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Anderson Pádua - anderson@ccbeu.com

Gerente de Marketing do CCBEU Goiânia.

Bom no ranking do futebol, ruim no do inglês: Como o Brasil pode mudar este cenário

Há tempos em que todos escutam o lugar-comum: “o inglês é importante para o futuro profissional”, ou ainda “saber inglês é um diferencial”. Mas o fato é que nós brasileiros ainda precisamos comer muito feijão com arroz quando o assunto é aprender inglês. A Education First divulgou uma pesquisa realizada em 60 países avaliando o nível de proficiência em língua em inglesa em cada um deles. O Brasil ficou classificado na 38ª colocação nos níveis entre proficiência “baixa” e “muito baixa”. Na nossa frente: Argentina, Índia, China, Costa Rica, entre outros países com níveis de educação similares aos nossos.

Para o mercado de trabalho, esses números representam a perda de oportunidades brasileiras de atuação internacional desde produção cultural à própria produção científica. O cenário se torna ainda pior se pensarmos que o país está nos holofotes por conta da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas em 2016. Setores como o de turismo e gastronomia esquentarão nos próximos anos e podemos não ter profissionais capacitados para atender a demanda.

Além desta visão “macro” das consequências da falta de proficiência em língua inglesa, há também a redução nas possibilidades em pequenas atividades diárias como buscar informações disponíveis apenas em inglês ou usar a língua para a comunicação com um cliente em potencial. Na prática corriqueira, podem-se destacar vários usos menores, mas efetivos. O acesso a vários idiomas proporciona perspectivas diferentes sobre diversos assuntos. Quantas vezes você teve que buscar informações para o seu mercado de atuação e formação, mas essas não estavam disponíveis em português?

O acesso a essa nova gama de informações fazem diferença tanto na criação de novas ideias como na expansão de um negócio ou mesmo na projeção dentro de uma empresa. O inglês continua, como dito no início, sendo o diferencial. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, mais de 70 escolas de idiomas atuam no Brasil atualmente. A procura pela formação cresceu com a expansão da classe média, mas isso não significou a melhora na proficiência com o idioma. Os dois fatores determinantes para um bom aprendizado se torna a motivação do estudante aliada ao método aplicado pelo professor.

É importante perceber que esses dois fatores estão ligados: abordagens mais atraentes garantem resultados práticos mais palpáveis. Então, por que não tentar uma abordagem que torne a exposição da cultura inglesa mais integrada com o cotidiano do aluno? Uma exposição em que o aluno é parte ativa da construção do conhecimento em inglês para qualquer fim, torna o ensino diferente.

Àqueles que procuram um bom curso de inglês, procure não buscar fórmulas prontas. O mercado de trabalho exige mais do que a padronização dos discursos, portanto busque uma formação criativa, dinâmica e interativa. O aprendizado de inglês é construído diariamente. Se for construída de forma eficiente, a ponte entre motivação e método torna o aprendizado motivador.

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