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Eder Roberto Dias - ederoamorsemprevence@bol.com.br

Escritor, poeta, palestrante e autor do livro: O amor sempre vence... Editora Gente.

Dois mil e dezessete

E por mais uma vez estamos às portas de um novo ano! Onde queremos ter uma vida mais justa e preservada por valores que possam nos trazer o bem como base de amor e evolução. Porém, ainda desconhecemos a realidade do que não nos deixamos ter, desconhecemos o que podemos ter e aceitamos as dúvidas que tanto nos paralisam durante o ano que se quer ainda nasceu.

Repetimos as mesmas coisas diante de um receio do que poderemos viver no futuro injusto de nossas indecisões. Escapamos pela porta dos fundos, geramos o medíocre e passamos doze meses apagados pagando contas e chorando por estarmos presos a um sistema pobre que nasce de cada ser humano que bebe a seu champanhe ou sidra achando que somente a ação de mudança de nossa folhinha anual conseguirá nos dar o que não nos damos.

Gostaria de desejar votos de sabedoria, consciência, amor, igualdade, generosidade e fé, mas o pior de nós sobrevive na anulação de nossa separação de etnias, de sugestões que se desencontram e se fazem muros ao todo que deveria nos reunir na proteção de nossa existência. Falamos demais e fazemos de pouco! Escrevemos e descrevemos mentiras e as aceitamos como pactos de vida que nos escurecem nas depressões e violências.

Eu amo viver, mas a nossa pouca hegemonia de conclusões estabelece uma demagogia que continuará matando no ano que está por nascer. Se descrevesse nesse texto uma alegria injusta, eu estaria alimentando o fracasso que encontramos em 2016. Quero um 2017 forte na conscientização de nosso bem-estar, desejo em minha realidade um país voltado ao humano e ao respeito que podemos ter sem que sejamos divididos por partidos políticos que nos fazem pagar a conta de seus roubos e descumprimentos de ajustes aos que realmente pagam as contas de uma nação.

Meus préstimos são com a realidade que vivo e vejo muitos viverem, sem apadrinhamentos de conquistas fáceis e sem méritos. Não me penalizem por ser justo e ajustado ao que vejo, porém gostaria que cada brasileiro tivesse em suas casas a realização de um benefício sobre o ano de trabalho dedicado e já concluído. Deixo aqui um pouco da visão de quem sofre por estar a cada dia mais enojado com os equívocos que desmontam as nossas riquezas e terras. As famílias não suportam mais a falta de educação, a falta de prognósticos de futuro para seus filhos, netos e de suas próprias vidas.

Não quero mentir! Não quero escrever algo que não seja verdadeiro para um ano que nasce sem sabermos como estaremos no final de janeiro. Contas e mais contas que nos endividam em um cárcere de lamentações e frustrações. O sorriso de nossa estampa tem sido abafado por injúrias que nos adoecem sem que tenhamos hospitais e remédios para nos curar.

Só desejo uma coisa: honestidade. Talvez nos falte isso! Falte-nos a comunhão em deixarmos de anarquizar o nosso próprio futuro com caprichos de vantagens que não temos, não teremos ou iremos ter. Que em dois mil e dezessete venhamos a praticar a união de comportamento que nos salve à vida e o novo ano que está por nascer. Ser feliz também é algo que desejo a todos nós brasileiros entristecidos. 

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